A Selva de Tibães

Cerca do Mosteiro de Tibães

Cerca do Mosteiro de Tibães

Cerca do Mosteiro de Tibães

Cerca do Mosteiro de Tibães

A cerca conventual do Mosteiro de São Martinho de Tibães tem uma área aproximada de 40 hectares, sendo a maior cerca monástica preservada no nosso país. Essa área compreende os jardins, de inspiração barroca, uma zona agrícola e uma mata.

Na mata, a que se referem as imagens, sobressaem espécies autóctones como o carvalho-alvarinho (Quercus robur L.), o sobreiro (Quercus suber L.), o azevinho (Ilex aquifolium L.) ou a aveleira (Corylus avellana L.), resquícios das florestas climácicas do noroeste peninsular.

Numa das extremidades da mata, junto a um pequeno lago de forma elíptica, encontramos as jóias da coroa da mata no que concerne a árvores momumentais. Nada mais, nada menos, do que três exemplares classificados: o pinheiro-bravo (Pinus pinaster Aiton) mais alto de que há registo em Portugal (fotografia mais à esquerda), com 47 metros de altura; a escassos metros encontramos dois cedros-do-himalaia [Cedrus deodara (Roxb.) G. Don], cuja simetria cria um efeito visual de grande beleza.

Por classificar, na minha modesta opinião, terá ficado uma tília (visível na segunda imagem mais à esquerda, adjacente aos dois cedros). Falta-lhe, é certo, a típica elegância simétrica da copa das tílias, mas sobra-lhe a altura, que rivaliza com os dois vizinhos originários dos Himalaias.

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